(28 de agosto de 2001)
Os nós que fazemos de nossas vidas, as teias, que enredam pensamentos, as angústias e os desejos... são apenas nós que não (nos) vemos. Se acaso me perguntar porque mantenho a minha calma é por saber que se trata de um só fio. E ainda que investigue as razões de meu desespero é por temer a idéia de que todos somos nós em um fio só.
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