"É por ela, através do que nela há de pior e de melhor, que o homem faz a aprendizagem da
felicidade, do
sofrimento, do
vício, da
virtude, do
desejo, da
renúncia, do
devotamento, da
tirania, que faz a aprendizagem de si mesmo; ela é o jogo e a aventura, mas também a provação; é o triunfo da vitória e, mais áspero, o do fracasso superado; é a vertigem da perda, o fascínio da danação, da morte"
"Do bem ao mal, ela encarna carnalmente todos os valores morais e seus contrários; é a substância da ação e o que se lhe opõe, o domínio do homem sobre o mundo e seu malogro; como tal, é a fonte de toda reflexão do homem sobre a própria existência e de toda expressão que possa dar-lhe; entretanto, ela se esforça por desviá-lo de si mesmo, por fazê-lo afundar no silêncio e na morte."
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