o Eliot disse, copiando a sabedoria veterotestamentária do Eclesiastes:
In my beginning is my end. In succession
Houses rise and fall, crumble, are extended,
Are removed, destroyed, restored, or in their place
Is an open field, or a factory, or a by-pass.
Old stone to new building, old timber to new fires,
Old fires to ashes, and ashes to the earth
Which is already flesh, fur and faeces,
Bone of man and beast, cornstalk and leaf.
Houses live and die: there is a time for building
And a time for living and for generation
And a time for the wind to break the loosened pane
And to shake the wainscot where the field-mouse trots
And to shake the tattered arras woven with a silent motto.
e Eu digo:
que essa noite não acaba nunca. e os dias já não penetram mais no quarto impregnado pelos odores fétidos das esperanças em putrefação. é perplexidade que se tem diante desses trilhos impossíveis, que se retorcem em mil voltas para não levar a lugar algum, ou dos elevadores que, em sonhos, só se movem em trajetórias horizontais. o mundo parou e não é mais humano o que o espelho reflete. poucos conhecem o sentimento do insuportável, e quem não conhece não pode julgar. há um limite para o acúmulo de desgraças que se consegue suportar, oito meses foi o meu. já a loucura se insinua e a morte, que é questão de tempo, até a idéia criar pernas e mãos e reduzir a pó essas desmesuras de personagem trágico.
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